Isaias 12.2: “Eis que Deus é a minha salvação; confiarei e não temerei, porque o Senhor Deus é a minha força e o meu cântico; ele se tornou a minha salvação”.
Reflexão: Podemos dizer que a força que temos em nossa vida provém do Senhor? Podemos dizer que os passos que damos, a coragem que nos motiva a seguir adiante e o cântico que está em nossos lábios é proveniente da nossa fé? Ou somos um pouco agnósticos e não acreditamos que Deus nos criou, mas nos deixou aqui, entregues à nossa própria sorte? Muitos podem dizer: o que move minha vida e me dá forças para viver é o Senhor, mas precisamos reconhecer esta força, não por atitudes públicas, mas pelo amor que dedicam em conhecer o Senhor. O salmista no diz que: “bem aventurados são os que meditam na lei do Senhor dia e noite e por isso, não dá ouvidos aos conselhos de ímpios e nem com eles se assentam”. Quem conhece o Senhor, não busca em nenhum outro lugar o alimento para sua alma e seu espírito. Eles buscam em suas palavras o conhecimento e a sabedoria que podem mantê-los firmes em sua caminhada. Quem conhece o Senhor, são aquelas pessoas que o procuram todos os dias em oração. A força, a coragem e a paz que nos dá um cântico nos lábios vêm da confiança num Deus que nos faz viver com integridade a nossa fé. O apóstolo Paulo revela de onde vinha sua força. Ele que sofreu açoites; apedrejamentos; os navios em que viajou naufragaram três vezes; passou um dia boiando no mar; foi atacado por ladrões e por seus próprios compatriotas para que o Evangelho fosse pregado. Nenhuma pessoa que passou por isso tudo pode continuar em sua missão se não tiver forças e coragem para enfrentar os desafios da tarefa. Ele capacita seus escolhidos através do conhecimento de sua vontade. Se nossa fé está nos deixando cansados, precisamos renovar buscando o conhecimento de Deus, pois Ele nos dará forças para continuar.
'Senhor amado, tantas vezes a rotina de nossa missão tem nos deixado cansados e desanimados. Que possamos a cada dia buscar em ti a alegria que nos renova as forças, para que continuemos fiéis à missão que nos confiastes.'
Texto de Vic
bjs
Manu
terça-feira, 1 de março de 2011
terça-feira, 14 de dezembro de 2010
O que é mais doloroso -- um câncer ou um leão dormindo dentro de nós?
Há mais de trinta anos, o juiz Álvaro Mayrink da Costa, em entrevista à revista “Veja”, declarou: “Em todo homem há um leão adormecido e acordá-lo é só uma questão de oportunidade”. Agora, o psiquiatra francês David Servan-Schreiber, também em entrevista a “Veja”, revela: “Todos temos um câncer dormindo dentro de nós. É nosso estilo de vida que vai ou não determinar seu desenvolvimento”.Afinal, o que é mais doloroso: ter um câncer ou um leão dormindo dentro de nós? O psiquiatra se queixa de uma doença física, muitas vezes incurável. O juiz se queixa de uma doença moral, também muitas vezes incurável. Na verdade a luta contra o “leão” é mais difícil do que a luta contra o câncer. Além do mais, nem todos são acometidos pelo câncer, porém, ninguém está livre da tendência pecaminosa. Trata-se de um problema sério, do qual todos se queixam, em qualquer lugar e em qualquer tempo.O filósofo francês Jean François Mattei escreveu um livro sobre o assunto, intitulado “A Barbárie Interior”, no qual assevera: “O mal não vem do exterior, nós o carregamos dentro de nós”.O sacerdote ortodoxo russo Aleksandr Mien, assassinado em 1990, ensina: “O mal que o homem encontra mais amiúde em sua vida é o mal que vive dentro dele”.A escritora brasileira Raquel Stivelman assevera: “O homem comum carrega dentro de si impulsos para o bem e para o mal”. E acrescenta que, “infelizmente, os impulsos negativos, violentos ou destruidores ultrapassam em número, em muitos casos, os que são marcados pela generosidade e pelo altruísmo”.O líder católico mexicano José H. Prado Flores, em seu livro “Ide e Evangelizai os Batizados”, afirma: “O pecado não é algo que possamos impedir que entre em nós, mas algo que sai do fundo do nosso ser”.Há muitos outros testemunhos sobre a presença do gênio do mal no mais interior do nosso ser. Trata-se de um problema largamente abordado pela teologia judaica e cristã. O autor de Eclesiastes não hesita em declarar que “o coração dos homens está cheio de maldade e de loucura, durante toda a vida” (Ec 9.3). E o “Talmude” lembra que “a paixão é, primeiro, uma estranha; depois, torna-se hóspede; e, finalmente, é a dona da casa”. Jesus deixou claro que “é de dentro dos corações dos homens que saem as intenções malignas” (Mc 7.20). É desse “leão adormecido” que Paulo se lastima: “Minha nova vida manda-me fazer o que é correto, porém a velha natureza que ainda está dentro de mim gosta de pecar” (Rm 7.23, BV).
http://www.ultimato.com.br/revista/artigos/315/o-que-e-mais-doloroso-um-cancer-ou-um-leao-dormindo-dentro-de-nos
http://www.ultimato.com.br/revista/artigos/315/o-que-e-mais-doloroso-um-cancer-ou-um-leao-dormindo-dentro-de-nos
Vivos Ou Petrificados?
"Conjuro-te, pois, diante de Deus, e do Senhor Jesus Cristo,que há de julgar os vivos e os mortos, na sua vinda e no seureino, Que pregues a palavra, instes a tempo e fora detempo, redarguas, repreendas, exortes, com toda alonganimidade e doutrina" (2 Timóteo 4:1, 2)."A lei de qualquer igreja é, e sempre será, evangelizar oupetrificar." (George E. Sweazy) "Evangelismo não faz partedo programa de trabalho da igreja; é o programa de trabalhoda igreja." (Brett Blair)O que nós, igrejas vivas do Senhor, temos feito durante anossa caminhada com Cristo. Qual tem sido o nosso propósitoespiritual? Em que temos empenhado os talentos que recebemosde Deus?Muitas vezes passamos dias, meses e anos dizendo que somosdiscípulos de Jesus, mas, nunca falamos de Seu amor, nuncacompartilhamos a bênção da salvação, nunca brilhamos comoluz do mundo. Quando nos convidam para um retiro na fazenda,aceitamos com muito prazer. Quando nos convidam para um"passeio missionário", somos os primeiros a dizer "sim".Quando nos procuram para um festival de sorvete, uma noitedo cachorro-quente, um jantar de namorados... exultamos degozo e bradamos: "Sim, sim, sim!" E, quando somos convocadospara um dia de evangelização nas ruas da cidade, ou na praçacentral, ou junto à Rodoviária local... estamos cansados,estamos ocupados, está muito calor, está chovendo, temosoutros compromissos...!!!Nossos corações estão petrificados; nossas vidas espirituaisestão petrificadas; nossa lâmpada está sem óleo, apagada epetrificada; nossa igreja está petrificada e o Senhor estátriste e não pode nos chamar de "servos bons e fiéis".Eu não quero virar pedra, não quero envergonhar o Senhor aquem amo, não quero fingir que sou filho de Deus. Eu estouvivo, quero vibrar de felicidade proclamando o nome do meuSenhor e Salvador, quero repartir tudo de maravilhoso quetenho recebido de Cristo. E você? Está vivo ou jápetrificou?
Paulo Roberto
Paulo Roberto
segunda-feira, 13 de dezembro de 2010
Isso é comunidade!
por Ariovaldo Ramos
Efésios 1
15 Por isso também eu, tendo ouvido falar da fé que entre vós há no Senhor Jesus e do vosso amor para com todos os santos,
Bom ter uma fé, em Jesus, que dá o que falar: fé que acredita que ele resolveu tudo o que tinha de ser resolvido com o Pai. Assim, não há bruxas a caçar, não há culpados para punir, tudo está resolvido, então, é correr para o abraço, qualquer débito com Deus já está pago, agora é a mutualidade em ajudar que cada um chegue à estatura do Filho. Fé que acredita que Jesus está no controle do Universo, sustentando tudo (Hb 1.3), daí não há maldição que atrapalhe.
Bom ter um amor mútuo que dá o que falar: onde a comunhão impera, isso começa por só falar o bem, um do outro, e cresce até um estar pronto para sacrificar-se pelo outro. É fruto dessa fé: tudo está resolvido com Deus, logo, tudo está resolvido entre nós, somos unidade de novo, e, como tal, devemos viver.
Isso é comunidade!
16 não cesso de dar graças por vós, lembrando-me de vós nas minhas orações,
Bom ser uma comunidade por quem só há o que agradecer. Uma comunidade que entendeu o que é ser Igreja.
Isso é comunidade!
17 para que o Deus de nosso Senhor Jesus Cristo, o Pai da glória, vos dê o espírito de sabedoria e de revelação no pleno conhecimento dele;
Bom ser uma comunidade a quem o Pai dá espírito de sabedoria, não é o surgimento de muitos sábios, é uma comunidade de sabedoria, por ser uma comunidade cujo relacionamento a torna em condições de compreender melhor como Deus, a Trindade, vive. E a comunidade vai aprendendo com a Trindade, por revelação, como se vive em comunidade.
Isso é comunidade!
18 sendo iluminados os olhos do vosso coração, para que saibais qual seja a esperança da sua vocação, e quais as riquezas da glória da sua herança nos santos,
Bom saber para onde estamos caminhando como comunidade, e que é em comunidade que caminhamos, que caminhamos para ser tudo o que Deus queria que fossemos como unidade humana, como humanidade, e como isso é extremamente rico.
Bom, que isso é fruto de expansão da afeição, não é saber mais, por saber, é saber mais para gostar mais e para incluir mais o outro. É a construção da nova identidade, a identidade que define uma pessoa e uma comunidade como cristã. Uma identidade onde a ética é estética, isto é, o que leva alguém ou, a comunidade, a fazer ou não, seja o que for, é se é amável ou não. E o ser humano é sempre amável.
Isso é comunidade!
19 e qual a suprema grandeza do seu poder para conosco, os que cremos, segundo a operação da força do seu poder,
Bom saber quão grande é o poder que ele pôs à nossa disposição; por crermos em Jesus, e para saber isso, basta ver como esse poder agiu...
20 que operou em Cristo, ressuscitando-o dentre os mortos e fazendo-o sentar-se à sua direita nos céus,
Boa ação desse poder: ressuscitou ao Cristo!
Bom que esse poder colocou no poder aquele que sabe o que é sacrifício, pois, foi ao Cristo que deu autoridade sobre tudo e todos: estar assentado à direita, não é estar num espaço geográfico, é ter recebido autoridade sobre tudo: a Trindade governa por meio do Cristo.
Bom! Só quem sabe o que é esvaziar-se deve ocupar o poder. Que comunidade... Essa! Sobre quem atua o poder que ressuscita o desprezado, e empodera o que se sacrifica!
21 muito acima de todo principado, e autoridade, e poder, e domínio, e de todo nome que se nomeia, não só neste século, mas também no vindouro;
Bom! Tudo é tudo mesmo: no espaço, nas dimensões física e metafísica, no tempo e fora do tempo!
22 e sujeitou todas as coisas debaixo dos seus pés, e para ser cabeça sobre todas as coisas o deu à igreja,
Bom que tudo está debaixo dos pés daquele que não esmaga e que, portanto, não deixa esmagar.
Bom esse jeito de governar: A Trindade governa através do Cristo e o Cristo governa através da Igreja: a comunidade da inclusão, da afeição e do empoderamento do que serve à custas da própria vida!
Bom... O governo do Cristo se dá pelo amor; pelo perdão; pela restauração do ser humano, em todos os seus relacionamentos; pela intercessão e pelo serviço!
Isso é comunidade em ação pelo governo do Cristo!
23 que é o seu corpo, o complemento daquele que cumpre tudo em todas as coisas.
Bom que essa comunidade complementa aquele que está sobre tudo: ele continua a agir a partir do seu esvaziamento, embora esteja pleno de toda a sua glória.
Bom que adoração não é o mero despejar de elogios, mas o ministrar serviço àqueles a quem o governador, que se sacrificou, quer libertar; às sociedades, às quais, o governador quer resgatar do competição para a solidariedade; às nações, às quais, o governador quer ver desenvolvendo políticas públicas que resgatem o faminto, o sedento, o desabrigado, o segregado, o enfermo e o aprisionado.
Bom que essa comunidade o complementa, não por que nele falte algo, mas, porque a Trindade decidiu governar através dela, de modo que história e os atos humanos, finalmente, ganhem sentido.
Assim é que se ora pela comunidade da fé, e assim deve orar, por fé, a comunidade!
Isso que é comunidade! Essa comunidade prova que a humanidade é amada por Deus
Efésios 1
15 Por isso também eu, tendo ouvido falar da fé que entre vós há no Senhor Jesus e do vosso amor para com todos os santos,
Bom ter uma fé, em Jesus, que dá o que falar: fé que acredita que ele resolveu tudo o que tinha de ser resolvido com o Pai. Assim, não há bruxas a caçar, não há culpados para punir, tudo está resolvido, então, é correr para o abraço, qualquer débito com Deus já está pago, agora é a mutualidade em ajudar que cada um chegue à estatura do Filho. Fé que acredita que Jesus está no controle do Universo, sustentando tudo (Hb 1.3), daí não há maldição que atrapalhe.
Bom ter um amor mútuo que dá o que falar: onde a comunhão impera, isso começa por só falar o bem, um do outro, e cresce até um estar pronto para sacrificar-se pelo outro. É fruto dessa fé: tudo está resolvido com Deus, logo, tudo está resolvido entre nós, somos unidade de novo, e, como tal, devemos viver.
Isso é comunidade!
16 não cesso de dar graças por vós, lembrando-me de vós nas minhas orações,
Bom ser uma comunidade por quem só há o que agradecer. Uma comunidade que entendeu o que é ser Igreja.
Isso é comunidade!
17 para que o Deus de nosso Senhor Jesus Cristo, o Pai da glória, vos dê o espírito de sabedoria e de revelação no pleno conhecimento dele;
Bom ser uma comunidade a quem o Pai dá espírito de sabedoria, não é o surgimento de muitos sábios, é uma comunidade de sabedoria, por ser uma comunidade cujo relacionamento a torna em condições de compreender melhor como Deus, a Trindade, vive. E a comunidade vai aprendendo com a Trindade, por revelação, como se vive em comunidade.
Isso é comunidade!
18 sendo iluminados os olhos do vosso coração, para que saibais qual seja a esperança da sua vocação, e quais as riquezas da glória da sua herança nos santos,
Bom saber para onde estamos caminhando como comunidade, e que é em comunidade que caminhamos, que caminhamos para ser tudo o que Deus queria que fossemos como unidade humana, como humanidade, e como isso é extremamente rico.
Bom, que isso é fruto de expansão da afeição, não é saber mais, por saber, é saber mais para gostar mais e para incluir mais o outro. É a construção da nova identidade, a identidade que define uma pessoa e uma comunidade como cristã. Uma identidade onde a ética é estética, isto é, o que leva alguém ou, a comunidade, a fazer ou não, seja o que for, é se é amável ou não. E o ser humano é sempre amável.
Isso é comunidade!
19 e qual a suprema grandeza do seu poder para conosco, os que cremos, segundo a operação da força do seu poder,
Bom saber quão grande é o poder que ele pôs à nossa disposição; por crermos em Jesus, e para saber isso, basta ver como esse poder agiu...
20 que operou em Cristo, ressuscitando-o dentre os mortos e fazendo-o sentar-se à sua direita nos céus,
Boa ação desse poder: ressuscitou ao Cristo!
Bom que esse poder colocou no poder aquele que sabe o que é sacrifício, pois, foi ao Cristo que deu autoridade sobre tudo e todos: estar assentado à direita, não é estar num espaço geográfico, é ter recebido autoridade sobre tudo: a Trindade governa por meio do Cristo.
Bom! Só quem sabe o que é esvaziar-se deve ocupar o poder. Que comunidade... Essa! Sobre quem atua o poder que ressuscita o desprezado, e empodera o que se sacrifica!
21 muito acima de todo principado, e autoridade, e poder, e domínio, e de todo nome que se nomeia, não só neste século, mas também no vindouro;
Bom! Tudo é tudo mesmo: no espaço, nas dimensões física e metafísica, no tempo e fora do tempo!
22 e sujeitou todas as coisas debaixo dos seus pés, e para ser cabeça sobre todas as coisas o deu à igreja,
Bom que tudo está debaixo dos pés daquele que não esmaga e que, portanto, não deixa esmagar.
Bom esse jeito de governar: A Trindade governa através do Cristo e o Cristo governa através da Igreja: a comunidade da inclusão, da afeição e do empoderamento do que serve à custas da própria vida!
Bom... O governo do Cristo se dá pelo amor; pelo perdão; pela restauração do ser humano, em todos os seus relacionamentos; pela intercessão e pelo serviço!
Isso é comunidade em ação pelo governo do Cristo!
23 que é o seu corpo, o complemento daquele que cumpre tudo em todas as coisas.
Bom que essa comunidade complementa aquele que está sobre tudo: ele continua a agir a partir do seu esvaziamento, embora esteja pleno de toda a sua glória.
Bom que adoração não é o mero despejar de elogios, mas o ministrar serviço àqueles a quem o governador, que se sacrificou, quer libertar; às sociedades, às quais, o governador quer resgatar do competição para a solidariedade; às nações, às quais, o governador quer ver desenvolvendo políticas públicas que resgatem o faminto, o sedento, o desabrigado, o segregado, o enfermo e o aprisionado.
Bom que essa comunidade o complementa, não por que nele falte algo, mas, porque a Trindade decidiu governar através dela, de modo que história e os atos humanos, finalmente, ganhem sentido.
Assim é que se ora pela comunidade da fé, e assim deve orar, por fé, a comunidade!
Isso que é comunidade! Essa comunidade prova que a humanidade é amada por Deus
O poder da oração
Seções — Abertura
A história da oração
Quando o ser humano começou a orar? Quem fez a primeira oração? A última frase de Gênesis 4 registra que, logo após o nascimento de Enos, começou-se “a invocar o nome do Senhor” (Gn 4.26). Embora o verbo “invocar” pareça sinônimo de cultuar ou adorar, em outros textos ele é sinônimo de clamar ou orar. Numa de suas orações, Davi escreve: “Na minha angústia, “invoquei” o Senhor, “clamei” a meu Deus; ele, do seu templo, ouviu a minha voz” (2Sm 22.7). No Salmo 50, Deus diz: “Invoca-me no dia da angústia: eu te livrarei, e tu me glorificarás” (Sl 50.15). As mesmas palavras são proferidaspela boca do profeta Jeremias: “Invoca-me, e te responderei” (Jr 33.3).
A expressão “invocar o nome do Senhor” aparece seis vezes no primeiro livro da Bíblia. Abraão (12.8; 13.4; 21.33), sua escrava Agar (16.13) e seu filho Isaque (26.25) invocam o nome do Senhor. A esta altura da história humana tal ato já seria um exercício religioso habitual.
As outras orações de Gênesis não são meras invocações da presença de Deus, mas súplicas bem elaboradas e mais explícitas. A primeira é um modelo de oração intercessória. As outras são pedidos em favor da interferência da misericórdia e do poder de Deus para resolver situações difíceis (a oração do servo de Abraão), situações ligadas a problemas de saúde (a oração de Isaque) e situações de perigo (as orações de Jacó).
Abraão demora-se na presença de Deus e insiste o quanto pode em favor da não-destruição de Sodoma e Gomorra, em benefício de alguns poucos justos porventura ali residentes. E ele consegue o favor de Deus vez após vez: Deus não destruiria as cidades da campina caso houvesse ali cinquenta, 45, quarenta, trinta, vinte ou dez justos. Como não havia nem sequer dez, as cidades foram destruídas (Gn 18.22-33). O mesmo Abraão orou em favor da saúde de Abimeleque, sua mulher e servas (Gn 20.17).
O filho de Abraão e Agar, ao ser mandado embora junto com a mãe, não tendo mais água para beber, clamou e “Deus ouviu a voz do menino” (Gn 21.17).
O servo de Abraão não sabia como cumprir a delicada missão de conseguir uma esposa para o filho solteirão de seu senhor. Então apelou à oração e foi plenamente atendido. A primeira moça com a qual se encontrou na Mesopotâmia tornou-se esposa de Isaque. O servo fez questão de contar essa experiência de oração à família da jovem (Gn 24.10-50).
Como Rebeca não engravidava, “Isaque orou ao Senhor por sua mulher, porque ela era estéril”. Depois de completar bodas de porcelana, aos 60 anos, nasceram os gêmeos Esaú e Jacó (Gn 25.19-26).
Depois de casar-se com quatro mulheres, de se tornar pai de doze rapazes e de Diná, e de ficar muito rico, Jacó resolveu voltar para sua terra. Porém, logo soube que o irmão ainda alimentava vingança contra ele e vinha ao seu encalço com quatrocentos homens armados. Ao perceber que ele e sua família estavam em perigo, Jacó orou ao Senhor: “Livra-me das mãos de meu irmão Esaú, porque eu o temo, para que não venha ele matar-me e as mães com os filhos”. Foi uma oração perseverante e audaciosa, pois do lado de cá do Jaboque ele disse ao Senhor: “Não te deixarei ir se não me abençoares”. A emoção desarmou Esaú, os dois inimigos choraram um no ombro do outro e a guerra acabou (Gn 32.3-32).
O que mais se aprende com esta história de oração é a humildade com que elas foram feitas. Na intercessão por Sodoma, Abraão declarou: “Eis que me atrevo a falar ao Senhor, eu que sou pó e cinza” (Gn 18.27). Jacó também confessou o que de fato era ao começar sua oração com as seguintes palavras: “Sou indigno de todas as misericórdias e de toda a fidelidade que tens usado para com teu servo” (Gn 32.10).
Bom seria se todas as nossas orações começassem com essa confissão de Jacó e a do publicano: “Ó Deus, sê propício a mim, pecador!” (Lc 18.13).
A história da oração
Quando o ser humano começou a orar? Quem fez a primeira oração? A última frase de Gênesis 4 registra que, logo após o nascimento de Enos, começou-se “a invocar o nome do Senhor” (Gn 4.26). Embora o verbo “invocar” pareça sinônimo de cultuar ou adorar, em outros textos ele é sinônimo de clamar ou orar. Numa de suas orações, Davi escreve: “Na minha angústia, “invoquei” o Senhor, “clamei” a meu Deus; ele, do seu templo, ouviu a minha voz” (2Sm 22.7). No Salmo 50, Deus diz: “Invoca-me no dia da angústia: eu te livrarei, e tu me glorificarás” (Sl 50.15). As mesmas palavras são proferidaspela boca do profeta Jeremias: “Invoca-me, e te responderei” (Jr 33.3).
A expressão “invocar o nome do Senhor” aparece seis vezes no primeiro livro da Bíblia. Abraão (12.8; 13.4; 21.33), sua escrava Agar (16.13) e seu filho Isaque (26.25) invocam o nome do Senhor. A esta altura da história humana tal ato já seria um exercício religioso habitual.
As outras orações de Gênesis não são meras invocações da presença de Deus, mas súplicas bem elaboradas e mais explícitas. A primeira é um modelo de oração intercessória. As outras são pedidos em favor da interferência da misericórdia e do poder de Deus para resolver situações difíceis (a oração do servo de Abraão), situações ligadas a problemas de saúde (a oração de Isaque) e situações de perigo (as orações de Jacó).
Abraão demora-se na presença de Deus e insiste o quanto pode em favor da não-destruição de Sodoma e Gomorra, em benefício de alguns poucos justos porventura ali residentes. E ele consegue o favor de Deus vez após vez: Deus não destruiria as cidades da campina caso houvesse ali cinquenta, 45, quarenta, trinta, vinte ou dez justos. Como não havia nem sequer dez, as cidades foram destruídas (Gn 18.22-33). O mesmo Abraão orou em favor da saúde de Abimeleque, sua mulher e servas (Gn 20.17).
O filho de Abraão e Agar, ao ser mandado embora junto com a mãe, não tendo mais água para beber, clamou e “Deus ouviu a voz do menino” (Gn 21.17).
O servo de Abraão não sabia como cumprir a delicada missão de conseguir uma esposa para o filho solteirão de seu senhor. Então apelou à oração e foi plenamente atendido. A primeira moça com a qual se encontrou na Mesopotâmia tornou-se esposa de Isaque. O servo fez questão de contar essa experiência de oração à família da jovem (Gn 24.10-50).
Como Rebeca não engravidava, “Isaque orou ao Senhor por sua mulher, porque ela era estéril”. Depois de completar bodas de porcelana, aos 60 anos, nasceram os gêmeos Esaú e Jacó (Gn 25.19-26).
Depois de casar-se com quatro mulheres, de se tornar pai de doze rapazes e de Diná, e de ficar muito rico, Jacó resolveu voltar para sua terra. Porém, logo soube que o irmão ainda alimentava vingança contra ele e vinha ao seu encalço com quatrocentos homens armados. Ao perceber que ele e sua família estavam em perigo, Jacó orou ao Senhor: “Livra-me das mãos de meu irmão Esaú, porque eu o temo, para que não venha ele matar-me e as mães com os filhos”. Foi uma oração perseverante e audaciosa, pois do lado de cá do Jaboque ele disse ao Senhor: “Não te deixarei ir se não me abençoares”. A emoção desarmou Esaú, os dois inimigos choraram um no ombro do outro e a guerra acabou (Gn 32.3-32).
O que mais se aprende com esta história de oração é a humildade com que elas foram feitas. Na intercessão por Sodoma, Abraão declarou: “Eis que me atrevo a falar ao Senhor, eu que sou pó e cinza” (Gn 18.27). Jacó também confessou o que de fato era ao começar sua oração com as seguintes palavras: “Sou indigno de todas as misericórdias e de toda a fidelidade que tens usado para com teu servo” (Gn 32.10).
Bom seria se todas as nossas orações começassem com essa confissão de Jacó e a do publicano: “Ó Deus, sê propício a mim, pecador!” (Lc 18.13).
quinta-feira, 4 de novembro de 2010
Evento no Sábado em Recife

1. Peça Teatral Eliom
O Evanarte, um dos maiores grupos de teatro amador de Pernambuco, apresenta o 31º espetáculo do seu repertório: Eliom. A peça traz ao palco a maior produção da trajetória do grupo com a missão de instigar uma reflexão social através de uma história de seres fantásticos. É ambientada na era medieval, e um texto cheio de poesia acompanha a estética do espetáculo, que apresenta cenário suntuoso e mais de 30 figurinos épicos, idealizados pela designer de moda Nathália Sena. Além disso, o grupo lançou mão de um entrecruzamento de linguagens, utilizando bonecos - que chegam até 2 metros de altura –, técnicas circenses, música e dança, esta última sendo coordenada pela coreógrafa Isabel Sena. Eliom promete ser uma das maiores produções de fantasia adaptadas para os palcos recifenses.
SERVIÇO
Quando: Sábados, 6 e 13 de novembro
Onde: Teatro Barreto Junior
Horários: 18h e 21h
Ingressos: R$10 (preço promocional)
O Evanarte, um dos maiores grupos de teatro amador de Pernambuco, apresenta o 31º espetáculo do seu repertório: Eliom. A peça traz ao palco a maior produção da trajetória do grupo com a missão de instigar uma reflexão social através de uma história de seres fantásticos. É ambientada na era medieval, e um texto cheio de poesia acompanha a estética do espetáculo, que apresenta cenário suntuoso e mais de 30 figurinos épicos, idealizados pela designer de moda Nathália Sena. Além disso, o grupo lançou mão de um entrecruzamento de linguagens, utilizando bonecos - que chegam até 2 metros de altura –, técnicas circenses, música e dança, esta última sendo coordenada pela coreógrafa Isabel Sena. Eliom promete ser uma das maiores produções de fantasia adaptadas para os palcos recifenses.
SERVIÇO
Quando: Sábados, 6 e 13 de novembro
Onde: Teatro Barreto Junior
Horários: 18h e 21h
Ingressos: R$10 (preço promocional)
quinta-feira, 28 de outubro de 2010
Carta de amor de satanás...

CARTA DE SATANAS
Ontem eu te vi quando começava o seu dia. Acordou e nem sequer orou ao seu Deus. Ou melhor, durante todo o dia você não orou, e nem lembrou de abençoar sua comida. Você é muito ingrato para com o seu Deus, e isso em você me agrada muito. Eu também gosto da enorme fraqueza que sempre demonstra no que diz respeito ao seu crescimento espiritual, em ser um cristão.
Raramente lê a Bíblia e quando faz está cansado. Não medita no que lê, ora quase nada, além disso, muitas vezes diz palavras que não analisa. Por qualquer pretexto chega tarde ou falta ao seu culto de ensino. E o que falar de suas murmurações? Temos assistido muitos filmes juntos, sem falar nas vezes que fomos juntos ao teatro. Lembra daquele dia da tua fraqueza com aquela linda pessoa? Oh como foi bom!
Mas o mais me agrada é que você não se arrepende. E que sabe que é jovem e tem que aproveitar a vida, pensa só na carne e acredita que precisa ser salvo para a eternidade. Não há duvida você é um dos meus.
Amo as piadas vergonhosas que você conta e que também escuta. Você ri delas, eu também rio de ver um filho de Deus participando disto. O fato é que nos sentimos bem. A musica vulgar e de duplo sentido que você escuta me agrada demais. Como você sabe quais são os grupos que eu gosto de escutar? Também adoro quando murmura e se revolta contra o seu Deus.
Sinto-me feliz quando vejo você dançando e fazendo estes movimentos sensuais, eles me fascinam. Como isso me agrada!!! Você quer se encontrar comigo qualquer dia destes???
Certamente quando você está se divertindo saudavelmente, fico triste, mas sem problema, sempre haverá outra oportunidade. Tem vezes que me faz coisas incríveis, quando da mal exemplo as crianças ou quando os autoriza para perderem a sua inocência através da televisão, musicas ou coisas do gênero. Eles são tão espertos que imitam facilmente tudo o vêem. Muito obrigado.
O que mais me agrada é que poucas vezes tenho que te tentar, quase sempre cai por conta própria. Você busca os melhores momentos, se expõe as situações perigosas, me dando lugar!
Se tivesse cabeça mudaria de ambiente e de companhias; buscaria a palavra de Deus e entregaria realmente a tua vida aquele que você chama de Deus e, ainda mais, viveria o resto de seus anos sob a orientação do Espírito Santo.
Não tenho costume de enviar este tipo de mensagem, mas você é tão acomodado espiritualmente que não acredito que vá mudar nada.
Não me entenda mal, eu te odeio e não te dou a mínima. Se eu te busco é porque você me satisfaz com as tuas atitudes e faz cair em ridículo a Jesus Cristo.
Assinado Teu inimigo que te odeia: Satanás
ou como queira me chamar
P.S. Se realmente me amas,
não mostre à ninguém mais esta carta.
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